Andei afastado do pensamento. Andava a evitar pensar, porque pensar me deixava mal.
Mas o meu Eu não suporta a ideia de não pensar. Por mais sentimental e emotivo que possa ser, procuro sempre por uma nova questão e, depois, uma resposta.
Tenho-me ficado pelas questões. Quero voltar-me de novo para as respostas. Sem elas sinto que a minha vida perde o objectivo. Sou um ser curioso e funcionarei como tal. Gosto do que é novo, do que é raro, do que é diferente. Tudo o que é igual torna-se aborrecido e acabo por perder o interesse.
É por esse motivo que tanto gosto de investigar, ir à procura. Tento sempre olhar a todos os pormenores. Basta encontrar uma diferença, tanto a nível micro como macro, que já poderá despertar-me interesse.
Já em pequeno, quando não tinha nada que fazer, começava a olhar para algo de tamanho visível para uma pessoa que passasse a correr, mas ia aproximando o meu olhar para conseguir ver outros pormenores que escapariam a outras pessoas que por ali passassem.
Tenho o desejo da Investigação, mas por algum tempo deixei-me para trás. A “vontade” de não fazer nada e estar a descansar foi mais forte até agora. Mas tenciono lutar contra ela. No fundo o meu grande sonho é conseguir algo que nunca ninguém conseguiu, descobrir algo novo, inventar algo novo. Não posso desistir de um sonho destes... A Força de Vontade será mais forte!
Se olharmos para o chamado Horizonte conseguimos definir uma recta horizontal. Ora, sendo uma recta, não tem limite e, tal como não podemos conhecer o seu fim, não sabemos o que há depois da recta. O Horizonte divide-nos do que está mais longe. É preciso que nos aproximemos desta divisão e a tentemos ultrapassar. Só assim alcançamos o mais profundo dos segredos. O Infinito Horizontal foi criado para ultrapassar o grande Horizonte de um Universo Infinito.
20 dezembro 2010
19 dezembro 2010
Força de Vontade
Por mais que pense que posso confiar plenamente nos meus amigos, acabam sempre por me esquecer nalgum momento. Acabo sempre por cair a pensar que me iriam agarrar. Estava enganado.
É verdade que há momentos que são capazes de fazer algo por mim. Mas mais tarde ou mais cedo, acabam por se ir embora. Talvez seja o facto de que no início precisem daquilo que dou e mais tarde acabem por conseguir seguir sozinhos, sem mim, sem retribuírem.
Ou talvez seja o caso de eu realmente não servir para o que eles pretendem e acabar por me tornar num saco inútil que acaba por servir de pancada até desistirem definitivamente de mim e se irem embora.
Não peço nada em troca por ser como sou. Não peço sequer que vejam alguma utilidade em mim. Talvez seja mesmo assim que funciona. Talvez não.
Mas que interessa? Tenho uma amiga que nasceu comigo e morrerá comigo. Chama-se Força de Vontade e é ela que me aguenta nos momentos em que todos se afastam. Certamente sou pesado: coração fraco, muito sentimental, vejo todos os pormenores. Mas ela cá me vai aguentando.
É verdade que nem sempre está presente. Tem direito ao seu repouso. É nessas alturas que se nota que caí. Bem, nota-se se alguém me procurar no meio deste mundo e der comigo de olhos no nada. Mas quando mais preciso, é essa Força de Vontade que me vai levantar e me faz seguir em frente e ver que há muito por fazer. E há muito que eu quero fazer!
Não sei se será coincidência, mas esta Força acaba por me socorrer na mesma altura em que alguém repara no meu estado. Tendo em conta que uma força não tem corpo, talvez precise de um corpo para me conseguir socorrer. Então, infiltra-se nessa pessoa, que me estende a mão, e diz-me palavras que me fazem caminhar de novo.
Então no fundo, acabarão estes meus amigos que vão e vêm, por serem indirectamente esta minha Força de Vontade? Serão algo necessário? Não consigo perceber… Se fico mal porque me abandonam, porque tem de aparecer outra pessoa para me socorrer, que no futuro acabará por me deixar na mesma?
Não… Deve ser simplesmente coincidência…
Ou talvez o problema seja meu… Talvez dependa demasiado do que os outros sentem em relação a mim. Talvez devesse começar a pensar mais em mim do que no que os outros querem. Dessa forma não iria cair tão facilmente. E quando caísse, a minha Força de Vontade teria mais energia e, antes que chegasse ao chão, já me teria colocado de novo no caminho certo, sem deixar escorrer qualquer lágrima de dor…
É verdade que há momentos que são capazes de fazer algo por mim. Mas mais tarde ou mais cedo, acabam por se ir embora. Talvez seja o facto de que no início precisem daquilo que dou e mais tarde acabem por conseguir seguir sozinhos, sem mim, sem retribuírem.
Ou talvez seja o caso de eu realmente não servir para o que eles pretendem e acabar por me tornar num saco inútil que acaba por servir de pancada até desistirem definitivamente de mim e se irem embora.
Não peço nada em troca por ser como sou. Não peço sequer que vejam alguma utilidade em mim. Talvez seja mesmo assim que funciona. Talvez não.
Mas que interessa? Tenho uma amiga que nasceu comigo e morrerá comigo. Chama-se Força de Vontade e é ela que me aguenta nos momentos em que todos se afastam. Certamente sou pesado: coração fraco, muito sentimental, vejo todos os pormenores. Mas ela cá me vai aguentando.
É verdade que nem sempre está presente. Tem direito ao seu repouso. É nessas alturas que se nota que caí. Bem, nota-se se alguém me procurar no meio deste mundo e der comigo de olhos no nada. Mas quando mais preciso, é essa Força de Vontade que me vai levantar e me faz seguir em frente e ver que há muito por fazer. E há muito que eu quero fazer!
Não sei se será coincidência, mas esta Força acaba por me socorrer na mesma altura em que alguém repara no meu estado. Tendo em conta que uma força não tem corpo, talvez precise de um corpo para me conseguir socorrer. Então, infiltra-se nessa pessoa, que me estende a mão, e diz-me palavras que me fazem caminhar de novo.
Então no fundo, acabarão estes meus amigos que vão e vêm, por serem indirectamente esta minha Força de Vontade? Serão algo necessário? Não consigo perceber… Se fico mal porque me abandonam, porque tem de aparecer outra pessoa para me socorrer, que no futuro acabará por me deixar na mesma?
Não… Deve ser simplesmente coincidência…
Ou talvez o problema seja meu… Talvez dependa demasiado do que os outros sentem em relação a mim. Talvez devesse começar a pensar mais em mim do que no que os outros querem. Dessa forma não iria cair tão facilmente. E quando caísse, a minha Força de Vontade teria mais energia e, antes que chegasse ao chão, já me teria colocado de novo no caminho certo, sem deixar escorrer qualquer lágrima de dor…
18 dezembro 2010
Momento
Já tentaste?
Pergunto: já tentaste?
Já tentaste pensar que o pensamento não é baseado apenas nos outros? Por outras palavras, já pensaste?
Já olhaste para o espelho e viste mais do que um reflexo? Já olhaste para o nada e de repente estás a olhar para ti de olhos fechados?
Talvez o devas fazer...
Tens de te conhecer. Não basta observar os outros e julgar o que fazem.
Não jogues pelos outros.
Se cada um tem um comando, cada um joga como quer.
É verdade que podem interagir, mas antes disso, tenta conhecer-te.
Se te metes num caminho desconhecido e não sabes pensar, acabas por seguir o de alguém que pode estar errado. A culpa é dessa pessoa? Sim. Na tua cabeça, superficialmente
Por dentro, a culpa é tua, mas ainda não te apercebeste. Não queres ter responsabilidade...
Talvez devesses querer...
Pensa por ti. Esquece o que existe e volta a criar tudo. O que era estava bem? O que há de novo? De certeza que há algo novo... Quando pensas tão profundamente acabas por criar. Crias conceitos e estes relacionam-se entre si, estabelecendo algo mais perto do concreto. Acabas por adquirir valores. Teus. Unicamente teus. És tu que vives agora.
Os outros são apenas um meio de comparação da realidade com os teus valores. Quanto mais próximos do que achas correcto e melhor, mais vais querer interagir com esses indivíduos. Ou mesmo com essas coisas, esses seres... Isso que te rodeia...
Pergunto: já tentaste?
Já tentaste pensar que o pensamento não é baseado apenas nos outros? Por outras palavras, já pensaste?
Já olhaste para o espelho e viste mais do que um reflexo? Já olhaste para o nada e de repente estás a olhar para ti de olhos fechados?
Talvez o devas fazer...
Tens de te conhecer. Não basta observar os outros e julgar o que fazem.
Não jogues pelos outros.
Se cada um tem um comando, cada um joga como quer.
É verdade que podem interagir, mas antes disso, tenta conhecer-te.
Se te metes num caminho desconhecido e não sabes pensar, acabas por seguir o de alguém que pode estar errado. A culpa é dessa pessoa? Sim. Na tua cabeça, superficialmente
Por dentro, a culpa é tua, mas ainda não te apercebeste. Não queres ter responsabilidade...
Talvez devesses querer...
Pensa por ti. Esquece o que existe e volta a criar tudo. O que era estava bem? O que há de novo? De certeza que há algo novo... Quando pensas tão profundamente acabas por criar. Crias conceitos e estes relacionam-se entre si, estabelecendo algo mais perto do concreto. Acabas por adquirir valores. Teus. Unicamente teus. És tu que vives agora.
Os outros são apenas um meio de comparação da realidade com os teus valores. Quanto mais próximos do que achas correcto e melhor, mais vais querer interagir com esses indivíduos. Ou mesmo com essas coisas, esses seres... Isso que te rodeia...
Um jogo de 1 vida
Jogar a vida é o que tento fazer todos os dias. Sim, que a vida não passa de um jogo para mim. Mas é um daqueles que podes morre apenas uma vez e o jogo acaba imediatamente.
O que é importante referir é que o meu objectivo de jogo é terminá-lo a cem por cento: ver tudo o que há para ver, saber tudo o que há para saber, fazer tudo o que há para fazer.
Obviamente que não se compara à dimensão desses jogos para as consolas, que não passam de pequenas conquistas para os jogadores. Não se apercebem geralmente que existe um jogo mais interessante e dedicam tanto tempo a algo ínfimo. Chegam até a usar truques para facilitar a passagem de certos obstáculos; qual é o interesse em conseguir algo com tanta facilidade? No meu jogo isso corresponde aos valores morais e à ética. E desrespeitá-los é o que considero de "batota". Essas leis e valores são basicamente as regras do jogo e desrespeitá-las é simplificar e, como tal, perde o interesse.
É importante que olhemos à nossa volta e que percebamos que estamos num espaço, que o tempo vai passando. As nossas acções têm consequências, as quais podem alterar este espaço. Como tal, é importante que seja alterado apenas da melhor forma e isso consegue-se agindo de forma correcta. Há certamente umas melhores que outras, nuns ou noutros aspectos. E aí é que está o interesse do jogo: somos nós que tentamos adaptar o melhor caminho ao longo do jogo. Se acharmos que nos enganámos podemos sempre tentar compensa os erros mais tarde.
No entanto, é necessário perceber que este jogo é interactivo e existem muitos outros jogadores. Acabarmos com o jogo de alguém não pode ser corrigido, nem compensado. Se nos obrigassem a parar de jogar certamente não iríamos gostar, principalmente se estivéssemos a descobrir algo novo. O problema é que se o fizessem, neste caso, nem teríamos oportunidade de nos apercebermos...
É assim que encaro a vida, uma busca de conhecimento, uma luta pela procura do que está escondido neste espaço de dimensão "infinita". Sei que nunca terei o conhecimento total, mas ao tentar chegar a ele, algum conseguirei obter; e fico feliz por o conseguir. Afinal, se for um dos que mais longe for neste jogo, não serei perfeito, mas serei grande ao pé de muitos.
O que é importante referir é que o meu objectivo de jogo é terminá-lo a cem por cento: ver tudo o que há para ver, saber tudo o que há para saber, fazer tudo o que há para fazer.
Obviamente que não se compara à dimensão desses jogos para as consolas, que não passam de pequenas conquistas para os jogadores. Não se apercebem geralmente que existe um jogo mais interessante e dedicam tanto tempo a algo ínfimo. Chegam até a usar truques para facilitar a passagem de certos obstáculos; qual é o interesse em conseguir algo com tanta facilidade? No meu jogo isso corresponde aos valores morais e à ética. E desrespeitá-los é o que considero de "batota". Essas leis e valores são basicamente as regras do jogo e desrespeitá-las é simplificar e, como tal, perde o interesse.
É importante que olhemos à nossa volta e que percebamos que estamos num espaço, que o tempo vai passando. As nossas acções têm consequências, as quais podem alterar este espaço. Como tal, é importante que seja alterado apenas da melhor forma e isso consegue-se agindo de forma correcta. Há certamente umas melhores que outras, nuns ou noutros aspectos. E aí é que está o interesse do jogo: somos nós que tentamos adaptar o melhor caminho ao longo do jogo. Se acharmos que nos enganámos podemos sempre tentar compensa os erros mais tarde.
No entanto, é necessário perceber que este jogo é interactivo e existem muitos outros jogadores. Acabarmos com o jogo de alguém não pode ser corrigido, nem compensado. Se nos obrigassem a parar de jogar certamente não iríamos gostar, principalmente se estivéssemos a descobrir algo novo. O problema é que se o fizessem, neste caso, nem teríamos oportunidade de nos apercebermos...
É assim que encaro a vida, uma busca de conhecimento, uma luta pela procura do que está escondido neste espaço de dimensão "infinita". Sei que nunca terei o conhecimento total, mas ao tentar chegar a ele, algum conseguirei obter; e fico feliz por o conseguir. Afinal, se for um dos que mais longe for neste jogo, não serei perfeito, mas serei grande ao pé de muitos.
11 outubro 2010
Desabafo a Meio Amor
Decide o mundo tomar conta de mim!
Quando sozinho de coração estava,
Pouco importava se estava tal ou assim.
Um olhar de presença bastava…
Arranjo amores e o choque vem!
Porque têm sempre de me acudir?
Não tenho direito a ter alguém?
Mas pensam que me estou a iludir?
Não sou estúpido! Sei ver!
Já errei, como todos, mas penso!
Mas porquê quando não quero saber?!
Oh… Se existisse um pouco de bom senso…
Por mais sinceros que sejam,
Não me interessa! Não quero saber!
Trato de mim e se quiserem que vejam.
Se cair levanto-me. Ajudem se apetecer.
Só no fim é que se vê quem quer.
É fácil falar no inicio sem ser visto nada.
Julgar os outros é dom (homem e mulher)
Mas à própria pessoa deixam-na abandonada.
Quero viver à minha maneira.
Sem ter de receber dicas sobre o que fazer.
Quero fazer toda a asneira.
Quero ter de me arrepender.
E agora quero contigo estar.
Quero esquecer o que foi feito e é falado.
Quero poder-te abraçar e beijar,
Sentir a sensação de estar apaixonado.
Decidi confiar-te algo importante.
Ignorei muita coisa para ficar contigo.
O meu coração tornou-se de novo amante,
Num momento em que me dizia “já não consigo”.
Sei que palavras não são suficientes.
Tal porque não lhes dou muito valor.
E por mais que questione aquilo que sentes,
Deixa-me demonstrar-te o meu amor.
Confesso que me perco em pensamentos…
Penso no que é dito e foi feito,
Quando se dão maus acontecimentos…
Mas engulo e tudo acaba por ser desfeito…
Quero mesmo durar contigo…
Tenho-me tentado adaptar a ti (complicado).
Mas também o queria, de ti, comigo,
E podermos continuar namorada e namorado.
Prometo-te o melhor que sou capaz.
Se não for suficiente diz-me por favor.
Mas também não te deixes de pé atrás
E me largues nu mundo. Já chega de dor…
Quando sozinho de coração estava,
Pouco importava se estava tal ou assim.
Um olhar de presença bastava…
Arranjo amores e o choque vem!
Porque têm sempre de me acudir?
Não tenho direito a ter alguém?
Mas pensam que me estou a iludir?
Não sou estúpido! Sei ver!
Já errei, como todos, mas penso!
Mas porquê quando não quero saber?!
Oh… Se existisse um pouco de bom senso…
Por mais sinceros que sejam,
Não me interessa! Não quero saber!
Trato de mim e se quiserem que vejam.
Se cair levanto-me. Ajudem se apetecer.
Só no fim é que se vê quem quer.
É fácil falar no inicio sem ser visto nada.
Julgar os outros é dom (homem e mulher)
Mas à própria pessoa deixam-na abandonada.
Quero viver à minha maneira.
Sem ter de receber dicas sobre o que fazer.
Quero fazer toda a asneira.
Quero ter de me arrepender.
E agora quero contigo estar.
Quero esquecer o que foi feito e é falado.
Quero poder-te abraçar e beijar,
Sentir a sensação de estar apaixonado.
Decidi confiar-te algo importante.
Ignorei muita coisa para ficar contigo.
O meu coração tornou-se de novo amante,
Num momento em que me dizia “já não consigo”.
Sei que palavras não são suficientes.
Tal porque não lhes dou muito valor.
E por mais que questione aquilo que sentes,
Deixa-me demonstrar-te o meu amor.
Confesso que me perco em pensamentos…
Penso no que é dito e foi feito,
Quando se dão maus acontecimentos…
Mas engulo e tudo acaba por ser desfeito…
Quero mesmo durar contigo…
Tenho-me tentado adaptar a ti (complicado).
Mas também o queria, de ti, comigo,
E podermos continuar namorada e namorado.
Prometo-te o melhor que sou capaz.
Se não for suficiente diz-me por favor.
Mas também não te deixes de pé atrás
E me largues nu mundo. Já chega de dor…
07 setembro 2010
Como carros
Cada um tem uma matrícula diferente,
Cada um tem marcas e cores variadas.
Mas apenas lhes sabem por trás e pela frente,
Pois por dentro são mais coisas alteradas.
O motor é crucial ao veículo,
Mas têm todos diferentes instintos.
Uns andam mais em recta, outros em círculo
E os caminhos que percorrem são distintos.
Alguns velozes, outros nem tanto.
Alguns chegam a longe, outros ficam a um canto.
Uns que batem por ambição
Outros que continuam, com precaução.
Mas essas estradas que viajam,
Depende também dos viajantes.
Tal como nós dos que nos odeiam e amam,
Que sem eles os caminhos não seriam semelhantes.
Cada um tem marcas e cores variadas.
Mas apenas lhes sabem por trás e pela frente,
Pois por dentro são mais coisas alteradas.
O motor é crucial ao veículo,
Mas têm todos diferentes instintos.
Uns andam mais em recta, outros em círculo
E os caminhos que percorrem são distintos.
Alguns velozes, outros nem tanto.
Alguns chegam a longe, outros ficam a um canto.
Uns que batem por ambição
Outros que continuam, com precaução.
Mas essas estradas que viajam,
Depende também dos viajantes.
Tal como nós dos que nos odeiam e amam,
Que sem eles os caminhos não seriam semelhantes.
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